"Sonetos", de Luís de Camões
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SONETOS
Luís de Camões
➼ A fermosura desta fresca serra (1668 - soneto 136)
🔎 https://sousemprevencedor.blogspot.com/2023/05/sonetos-fermosura-desta-fresca-serra.html
➼ Ah! Fortuna cruel! Ah! duros Fados! (1685-1668 - soneto 114)
➼ Ah! Minha Dinamene! Assi deixaste (1685-1668 - soneto 101)
➼ Alegres campos, verdes arvoredos (1595 - soneto 013)
➼ Alma minha gentil, que te partiste (1595 - soneto 080)
➼ Amor, co a esperança perdida (1595 - soneto 083)
➼ Amor é um fogo que arde sem se ver (soneto 005)
➼ Amor, que o gesto humano n'alma escreve (1598 - soneto 042)
➼ A morte, que da vida o no desata (1616 - soneto 058)
➼ Apartava-se Nise de Montano (1595 - soneto 068)
➼ Apolo e as nove Musas, discantando (1595 - soneto 051)
➼ Aquela fera humana, que enriquece (1598 - soneto 041)
➼ Aquela que, de pura castidade (1598 - soneto 098)
➼ Aquela triste e leda madrugada (1595 - soneto 091)
➼ Aqueles claros olhos que chorando(1860 - soneto 116)
➼ Árvore, cujo pomo, belo e brando (1616 - soneto 038)
➼ A sepultura del-Rei dom João Terceiro (soneto 160)
➼ *A ti, Senhor, a quem as sacras Musas (soneto 001)
➼ Bem sei, Amor, que é certo o quereceio (1598 - soneto 096)
➼ Busque Amor novas artes, novo engenho (l595 - soneto 003)
➼ Cá nesta Babilônia? donde mana (1616 - soneto 120)
➼ Cantando estava um dia bem seguro (1616 - soneto 103)
➼ Cara minha inimiga, em cuja mão (1595 - soneto 086)
➼ Chorai, Ninfas, os fados poderosos (1668 - soneto 159)
➼ Como fizeste, Pórcia, tal ferida? (1595 - soneto 071)
➼ Como quando do mar tempestuoso (1598 - soneto 043)
➼ Correm turvas as águas deste rio (1616 - soneto 104)
➼ Conversação doméstica afeiçoa (1598 - soneto 093)
➼ Dai-me üa lei, Senhora, de querer-vos (1595 - soneto 052)
➼ Debaixo desta pedra esta metido (1595 - soneto 150)
➼ Depois que quis Amor que eu só passasse (1598 - soneto 094)
➼ Despois que viu Cibele o corpo humano (1616 – soneto 152)
➼ De tão divino acento e voz humana (1595 - soneto 153)
➼ De um tão felice engenho produzido (1668 - soneto 151)
➼ De vos me aparto, ó vida! Em tal mudança (1595 - soneto 057)
➼ "Diana prateada, esclarecia (1668 - soneto 137)
➼ Ditoso seja aquele que somente (1598 - soneto 044)
➼ Diversos does reparte o Céu benino (1616 - soneto 056)
➼ Dizei, Senhora, da beleza ideia (1668 - soneto 121)
➼ Doce contentamento já passado (1663 - soneto 122)
➼ Doce sonho, suave e soberano (1668 - soneto 123)
➼ Doces águas e claras do Mondego (1616 - soneto 006)
➼ Doces lembranças da passada gloria (1595 - soneto 082)
➼ Dos ilustres antigos que deixaram (1598 - soneto 154)
➼ El vaso reluciente y cristalino (1668)
➼ Em fermosa Leteia se confia (1595 - soneto 072)
➼ Em flor vos arrancou, de então crecida(1595 - soneto 149)
➼ Em prisões baixas fui um tempo atado (1598 - soneto 085)
➼ Enquanto FeLo os montes acendia (1668 - soneto 124)
➼ Enquanto quis Fortuna que tivesse (1595 - soneto 001)
➼ Erros meus, ma fortuna, amor ardente (1 616 - soneto 108)
➼ Esforço grande, igual ao pensamento (1598 - soneto 155)
➼ Esta lascivo e doce passarinho (1595 - soneto 014)
➼ Estâ-se a Primavera trasladando (1595 - soneto 024)
➼ Este amor que vos tenho, limpo e puro(1668 - soneto 125)
➼ Este amor que vos tenho, limpo e puro(1668 - soneto 125)
➼ Eu cantarei de amor tao docemente (1595 - soneto 109)
➼ * Eu cantei la, e agora vou chorando (1616 - soneto 000)
➼ Eu vivia de lagrimas isento (1668 - soneto 111)
➼ Ferido sem ter cura parecia (1598 - soneto 065)
➼ Fermosos olhos, que na idade nossa (1595 - soneto 091)
➼ Fiou-se o coração, de muito isento (1598 - soneto 066)
➼ Foi já; num tempo doce cousa amar (1598 - soneto 087)
➼ Fortuna em mim guardando seu direito (1685-1668 - soneto 126)
➼ Grão tempo ha já que soube da Ventura (1595 - soneto 026)
➼ Ilustre o dino ramo dos Meneses (1598 - soneto 162)
➼ Indo o triste pastor todo embebido (1668 - soneto 112)
➼ Já a saudosa Aurora destoucava (1598 - soneto 078)
➼ Já não sinto, Senhora, os desenganou (1668 - soneto 127)
➼ Julga-me a gente toda por perdido (1616 - soneto 105)
➼ Leda serenidade deleitosa (1598 - soneto 045)
➼ Lembranças que lembrais o meu bem passado(1685-1668 - soneto 113)
➼ Lembranças saudosos, se cuidais (1595 - soneto 015)
➼ Lindo e sutil trancado, que ficaste (1595 - soneto 023)
➼ Males, que contra mim vos con jurastes (1595 - soneto 084)
➼ Memória de meu bem, cortado em flores (1860 - soneto 128)
➼ Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades (1595 - soneto 092)
➼ Na desesperação já repousava (1616 - soneto 110)
➼ Náiades, vos, que os rios habitais (1595 - soneto 073)
➼ Na metade do Céu subido ardia (1598 - soneto 077)
➼ Não passes, caminhante! Quem me chama (1595 - soneto 156)
➼ No mundo poucos anos, e cansados (1598 - soneto 57)
➼ No mundo quis um tempo que se achasse (1598 - soneto 046)
➼ No tempo que de Amor viver soía (1598 - soneto 099)
➼ Num bosque que dos Ninfas se habitava (1595 - soneto 074)
➼ Num jardim adornado de verdura (1595 - soneto 022)
➼ Num tão alto lugar, de tanto preço (1668 - soneto 130)
➼ O Céu, a terra, o vento sossegado (1616 - soneto 106)
➼ * O cisne, quando sente ser chegada (1595 - soneto 000)
➼ Oh como se me alonga, de ano em ano (soneto 025)
➼ O culto divinal se celebrava (1598 - soneto 039)
➼ O dia em que eu nasci, moura e pereça (1860 - v)
➼ O filho de Latona esclarecido (1616 - soneto 079)
➼ O fogo que na branda cera ardia (1595 - soneto 007)
➼ Olhos fermosos, em quem quis Natura (1668 - soneto 132)
➼ Ondados fios d'ouro reluzente (1598 - soneto 095)
➼ Óh quão caro me custa o entender-te (1598 - soneto 047)
➼ O raio cristalino s'estendia (1598 - soneto 067)
➼ Os reinos e os impérios poderosos (1595 - soneto 161)
➼ Os vestidos Elisa revolvia (1598 - soneto 064)
➼ O tempo acaba o ano, o mês e a hora (1668 - soneto 133)
➼ Passo por meus trabalhos tão isento(1595 - soneto 021)
➼ Pede o desejo, Dama, que vos veja (1595 - soneto 008)
➼ Pelos extremos raros que mostrou (1595 - soneto 076)
➼ Pensamentos, que agora novamente (1598 - soneto 031)
➼ Pois meus olhos não cansam de chorar (1595 - soneto 089)
➼ Por cima destas águas, forte e firme (1616 - soneto 037)
➼ Porque quereis, Senhora, que ofereça (1595 - soneto 027)
➼ Por sua Ninfa, Céfalo deixava (1616 - soneto 062)
➼ Posto me tem Fortuna em tal estado (1668 – soneto 134)
➼ Presença bela, angélica figura (1616 - soneto 036)
➼ Pues lágrimas tratáis, mis ojos tristes (1685-1668 - soneto 147)
➼ Quando a suprema dor muito me aperta (1685-1668 - soneto 138)
➼ Quando cuido no tempo que, contente (1668 - soneto 117)
➼ Quando da bela vista e doce riso (1595 - soneto 009)
➼ Quando de minhas mágoas a comprida (soneto 100)
➼ Quando o sol encoberto vai mostrando (1595- soneto 018)
➼ Quando, Senhora, quis Amor que amasse (1668 - soneto 139)
➼ Quando se vir com água o fogo arder (1 685-1668 - soneto 135)
➼ Quando vejo que meu destino ordena (1595 - soneto 028)
➼ Quantas vezes do fuso s'esquecia (1595 - soneto 070)
➼ - Que levas, cruel Morte? - Um claro dia (1598 - soneto 158)
➼ Que me quereis, perpétuas saudades (1598 - soneto 107)
➼ Quem fosse acompanhando juntamente (soneto 102)
➼ * - Quem jaz no grão sepulcro, que des creve (1595 - soneto 000)
➼ Que modo tão sutil da natureza (1616 - soneto 035)
➼ Quem pode livre ser, gentil Senhora (1595 - soneto 010)
➼ Quem presumir, Senhora, de louvar-vos (1685-1668 - soneto 141)
➼ Quem quiser ver d’amor üa excelência (1598 - soneto 048)
➼ Quem vê Senhora, claro e manifesto (1595 - soneto 017)
➼ Quem vos levou de mim, saudoso estado (1668 - soneto 118)
➼ Que pode já fazer minha ventura (1668 - soneto 140)
➼ Que poderei do mundo já querer (1598 - soneto 088)
➼ Que vençais no Oriente tantos teis (1595 - soneto 164)
➼ Se a Fortuna inquieta e mal olhada (1668 - soneto 148)
➼ Se algüa hora em vos a piedade (1595 - soneto 029)
➼ Se as penas com que Amor tão mal me trata (1595 - soneto 016)
➼ Se, despois d'esperança tão perdida (1598 - soneto 049)
➼ Se de vosso fermoso e lindo gesto (1668 - soneto 142)
➼ Seguia aquele fogo, que o guiava (1616 - soneto 061)
➼ Sempre a Razão vencida foi de Amor (1616 - soneto 055)
➼ Sempre, cruel Senhora, receei (1668 - soneto 143).
➼ Senhor João Lopes, o meu baixo estado (1616 - soneto 050)
➼ Senhora já dest'alma, perdoai (1668 - soneto 119)
➼ Sentindo-se tomada a bela esposa (1616 - soneto 063)
➼ Se pena por amar-vos se merece (1598 - soneto 034)
➼ Se tanta pena tenho merecida (1595 - soneto 053)
➼ Sete anos de pastor Jacob servia (1595 - soneto 030)
➼ Se tomar minha pena em penitência (1598 - soneto 033)
➼ Suspiros inflamados, que cantais (1598 - soneto 059)
➼ Sustenta meu viver ua esperança (1668 - soneto 144)
➼ Tal mostra dá de si vossa figura (1616 - soneto 075)
➼ Tanto de meu estado me acho incerto (1595 - soneto 004)
➼ Tempo é já que minha confiança (1595 - soneto 019)
➼ Todo o animal da calma repousava (1595 - soneto 060)
➼ Tomava Daliana por vingança (1595 - soneto 069)
➼ Tomou-me vossa vista soberana (1595 - soneto 011)
➼ Transforma-se o amador na cousa amada (1595 - soneto 020)
➼ Um mover d'ollos, brando e piadoso (1595 - soneto 090)
➼ Vencido está de amor meu pensamento (1685-1668 - soneto 145)
➼ Verdade, Amor, Razão, Merecimento (1598 - soneto 166)
➼ Vôs, Ninfas da gangética espessura (1598 - soneto 163)
➼ Vôs outros, que buscais repouso certo (1616 - soneto 165)
➼ Vôs, que d'olhos suaves e serenos (1598 - soneto 032)
➼ Vossos olhos, Senhora, que competem (1595 - soneto 012)
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